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Olhando Pela Janela...

Olhando Pela Janela...
Para um blog de nada, nada melhor que olhar para o nada.

Escute Espantalho Torvo!

Segunda-feira, 30 de Março de 2009

De Mudança!


É isso aí, gente.
Estou de mudança.
Por enquanto podem ir conferindo os textos por aqui, mas já estou de casa nova:

www.umblogdenada.com

Etou postando por lá por enquanto os melhores textos desse um ano de blog (comemorado dia 28-03, lembrei disso hoje!), que seria baseado em escolhas de uma comissão de jurados, mas eles escolheram alguns textos ruins e acabaram demitidos. Então fiz a escolha sozinho.

Se algum de vocês quiser que eu poste um texto antigo por lá, é só deixar um recado por aqui. Os últimos que postei por aqui colocarei lá também.

Abraço, e sintam-se a vontade na minha nova casa, só não vale sujar meu tapete persa!

Domingo, 29 de Março de 2009

Faça do Autor Um Indigente menos Miserável! - Parte 2


A campanha menos badalada do Brasil continua!
Por favor amigos e amigas, me ajudem, tenho que alimentar minha família - e meu ego!
Você vai perder essa?

Aprenda a Fugir de Ciladas



Tal qual Homem-Aranha e Chapolin Colorado, eu também tenho uma espécie de alarme para me livrar dos perigos. Só que o meu é um pouco diferente: ele serve para me livrar de ciladas. Mas nem sempre funciona. Eu sempre sei que é cilada quando as pessoas citam algumas frases-chave, e eu tenho outras frase-chave para me livrar dessas ciladas.

Eu sei quando é cilada quando as pessoas me pedem alguma coisa falando essas frases:
- Você é peça fundamental no nosso plano (sinal que eu serei a pessoa que levará a culpa se o tal do plano der errado, e, se der certo, outras pessoas vão levar todo o crédito).
- Não tem como dar errado (vai dar errado).
- É fácil, você só precisa (andar 230 quilômetros, dar uma de Rambo com uma arma de brinquedo e uma faquinha de plástico, fazer os 12 trabalhos de Hércules, os cinco que você está devendo faz tempo e mais uns bicos, fugir de um leão esfomeado e sair sem ser molestado sexualmente de uma cela com 14 negões mal-intencionados, presos por abuso sexual, só isso)...
- Não tem perigo nenhum (tem sim)!
- Tem toda a segurança do mundo (não tem)!
- Você é o homem da minha vida (não sou).
- Você é homem o suficiente para fazer isso (não sou).
- É rapidinho (vai demorar uma eternidade)...
- É só r$ 500, até junho eu te pago (legal, ele só não especificou o ano que vai me pagar).
- Nada, sô, é logo ali (é logo ali, depois de 876 quadras, 314 quilômetros, 3 ônibus, 2 baldeações de trem, e depois você vira a esquina. É no final da rua)!
- O que pode dar errado (absolutamente tudo)?
- Você não vai precisar fazer praticamente nada (na verdade, você será o único a trabalhar).
- Eu preciso conversar contigo (vem bomba...).

Entre outras menos citadas frequentemente.

Como sou um homem bom, experiente e sabedor das armadilhas que a vida pode proporcionar a todos nós, citarei agora as melhores desculpas para fugir dessas ciladas:

- Minha religião não permite.
- Minha mãe não deixa.
- O Papa não deixa.
- Estou muito ocupado nesse momento, mas tenho a pessoa ideal para essa função (recomende o seu cunhado ou seu amigo chato, por exemplo).
- Tenho medo de baratas.
- Tenho medo de cachorro.
- Tenho medo de qualquer coisa que se mexa.
- Sou muito homem para fazer esse serviço de viado.
- Sou muito viado para fazer esse serviço de homem, mas me dá seu telefone, bofe?
- Não tenho dinheiro.
- Até tenho dinheiro, mas na verdade eu mexo com muita coisa ilegal, como tráfico de drogas, prostituição e apostas... se você quiser se arriscar a ter seu nome ligado ao meu e correr o risco de passar a vida toda na cadeia, toma r$ 1000, mas vê se não conta nada para a polícia, ou senão...
- Estou com dor de cabeça.
- Tenho uma doença raríssima e estou em estado terminal.
- Você até é a mulher da minha vida, mas adoro pular a cerca.
- O problema sou eu, e não você.

Espero que este meu pequeno manual tenha ajudado vocês a se livrarem de algumas dores de cabeça. Se não ajudou e você não gostou do texto, na verdade não fui eu que escrevi esse texto, foi o Luis Fernando Veríssimo ou o Millôr. Eu só copiei.

Quinta-feira, 26 de Março de 2009

O Rio Perdeu Mais Um Carioca

Eu, pelo menos até o final deste texto, queria deixar de lado esse Rio de Janeiro de hoje, caótico, com violência, transito, favelização crescente, pobreza e outras mil mazelas, mas sei que não conseguirei. Mas arrisco. Quero relembrar o Rio de Janeiro de ontem.E meu ontem é ontem mesmo. Eu sou cria do subúrbio carioca. E até dez, 15 anos atrás por aqui, no subúrbio, se via as crianças jogando bola nas ruas, os mais velhos conversando nos portões com os vizinhos, os casais de namorados nas praças do bairro, o cheiro do pastel vendido nas feiras livres, dos clubes de bairro, as festas de rua no carnaval e na festa junina (ainda que já meio descaracterizada, tocando funk a noite toda) e outras coisas que sinto que perdi. Digo, não só eu, como toda a população do subúrbio carioca.Não, eu não sou tão velho assim. Eu tenho 22 anos. Mas ainda vi e vivi muita coisa boa nos subúrbios cariocas que, infelizmente, não vemos mais. Hoje não vejo mais nada disso, infelizmente. As ruas do Engenho de Dentro que eu cansei de andar tarde da noite sem preocupação nenhuma hoje estão entre as mais perigosas do Rio de Janeiro. As fábricas que eu sempre via no caminho quando ia visitar meus parentes no Jacaré ou no Morro do Adeus hoje são depósitos abandonados. Os lugares onde passei minha infância no Méier não existem mais. Até a rua outrora tranquila no Encantado onde morei dos sete aos 18 anos não é mais a mesma, provavelmente é reduto de mais uma facção criminosa ou de uma milícia. Nos cada vez mais distanes anos 1990 até existia violência, abandono e essas mazelas todas que vemos hoje. Para a economia brasileira, foi uma década de recuperação, mesmo que o bolo dessa recuperação não tenha sido dividido até hoje, mas as coisas estão cada vez mais difíceis. Num lugar onde temos mais medo da própria polícia, que por ser autoridade, se acha acima da Lei, ao invés de protegê-la, uma população chora suas pitangas e não é escutada - se é que algum dia foi. Se o pessoal da Zona Sul está pedindo isenção de IPTU por ter passado uma semana repleta de violência, imagine nós, que estamos abandonados a própria sorte há tempos, onde as ruas não tem nem iluminação pública adequada e vivem esburacadas e a mercê de políticos oportunistas.Neste momento eu choro por dentro. Choro porque sei que as coisas eram bem melhores, e nem eram tão boas assim. O Rio de Janeiro perdeu mais um carioca, e não porque ele morreu vítima da violência. O Rio de Janeiro perdeu mais um carioca porque estou com meu coração partido. O Rio de Janeiro sempre será a Cidade Maravilhosa, mas cada vez mais para esse caos só existem duas saídas: ou o Galeão ou o Santos Dumont.

Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Faça do Autor Um Indigente Menos Miserável!







NadaCrônicas

O Galanteador Comunista


- Olá, companheira.
- Companheira de quem? De você, barbudo?
- Claro, por quê não?
- Mas nem te conheço.
- Meu nome é Lenin Stalin Mao Marx Engels Guevara-Castro, mas pode me chamar de Flavio.
- Você é muito estranho. Você é um daqueles fãs malucos do Los Hermanos, não é?
- Não, meus hermanos são outros. Tem o Chavez, o Morales, Correa, Noriega...
- Quem?
- Não importa. Estou aqui por uma nobre causa.
- E qual seria esta nobre causa?
- Quero que você divida seu latifúndio comigo. É rapidinho, dois minutos, juro.
- O quê? Sabia que tenho namorado, e ele é faixa preta de caratê?
- Poxa, companheira, fala para ele que ele tem que dividir o que ele tem sobrando com os menos afortunados. Abaixo ao monopólio! Viva a ditadura do proletariado!
- Não, o nome dele não é Monopólio, é Valdemar. Um loiro alto, olhos azuis, lindo.
- Yankee!
- Não, é Valdemar.
- Neoliberal estadunidense, sabia.
- Não, ele é de Cascadura, mesmo.
- Bem, isso não importa. Meu papo é com você. Quero te mostrar a força do meu operariado, se é que você me entende.
- Sabia que você é muito insistente?
- Mas temos que ser insistentes para alcançar a revolução, ou o par de peitos mais próximo, tanto faz.
- Você é um grosso, sabia?
- E você é uma pobre vítima do capitalismo selvagem estadunidense, que pode até calar as nossas vozes, mas ele sabe que nunca vai se livrar da revolução, pois a revolução está escondida em cada gueto, em cada lugar onde a injustiça impera, esperando uma chance para se levantar contra o sistema neoliberal...
- Nossa.
- O que?
- Suas palavras. Foram profundas. Eu acho que vou te dar uma chance.
- Eu sei, aprendi quando passei um tempo Havana.
- Com Fidel?
- Não, com companheira Maria Del Barrio, uma moça da vida, companheira. Muito profunda. Ou pelo menos algumas partes do corpo dela eram pronfundas, que seja. Endurecer, sim, perder a ternura, jamais!
- Posso te fazer uma pergunta?
- Uhum.
- Se você é comunista, então significa que você vai me dividir com seus tais companheiros?
- Claro que não. Só se o Partido Comunista da União Soviética me pedir.
- Mas a URSS não existe mais.
- Por isso mesmo, não quero correr perigo.

Quarta-feira, 11 de Março de 2009

Agora Fique Com O Melhor da Propaganda!

É isso aí, garotada, agora o melhor da nossa propaganda de nada.


Vocês sabem que vida de escritor no Brasil não é fácil. Por isso eu trabalho com outras coisas que dão tanto dinheiro quanto escrever para ver se junto um dinheiro para ser considerado miserável, segundo os padrões altíssimos da ONU (Us$ 1/Dia? Aff, Isso é Uma Fortuna...). E essa é a melhor oportunidade de vocês, meus 13 amigos leitores, me ajudarem nessa empreitada. Então, dia 27 de março, apareçam lá em Marechal Hermes e ajudem esse pobre escritor, que nas horas vagas (ou nem tão vagas assim) é um músico. Até porque tenho que angariar fundos para minha ONG, Associação dos Negros Pobres, alimentar mais sete irmãos e 18 filhos mulatos e ilegítimos – fazer o que se são as brancas que mais gostam de se lambuzar com “O” chocolate, hum?
Os ingressos podem ser comprados com as bandas Tópico 3 e Espantalho Torvo, pessoalmente, por email, por telegrama, código morse ou sinal de fumaça, e estarão à venda em breve na Ronin Tattoo Shop (Rua São Francisco Xavier, 465-c, esquina com a Rua Dona Zulmira, no Maracanã).
Então é isso, gente. Em breve voltaremos com a programação normal. Plim-plim!

NadaCrônicas (Chega, Juro que Parei de Contar!)


A Agonia de Um Assalariado

Dinheiro é como papel higiênico: Quando você mais precisa, você lembra que ele acabou depois de sua última cagada.
Dia 5: Dia de uma fugaz felicidade e de uma eterna agonia. Dia do pagamento. Se dinheiro na mão do Paulinho da Viola é vendaval, na minha é uma prova de 100 metros rasos com Usain Bolt. O salário dura exatamente 9s 69c.
Dia 7: Alguns cheques já foram descontados, e outros ainda vão dar o ar da sua graça. Dia de mercado com a patroa. Detalhe: já repararam que, por mais que o salário mínimo aumente, o dinheiro nunca rende? Isso se chama Arrocho salarial. Aprendi com um dos meus filhos. Ele tem 7 anos. Não sabe amarrar os cadarços do sapato, mas é bom de matemática, o garoto.
Dia 10: Dia de pagar o aluguel, a mensalidade da escola das crianças, entre outras coisas. Acho que até o dia 18 terei só r$10 para passar o resto do mês.
Dia 12: Dia D dos cheques, parte dois. Inteligente é o cara que diz que continuações não são nada boas, nem no cinema, nem no bolso.
Dia 15: Dia de pagar o crediário. Isso que dá mobiliar a casa comprando as coisas em 597 vezes! Acho que meus filhos ainda pagarão algumas parcelas do sofá, que já está todo rasgado. Patroa de TPM, risco Defcon nível 4, numa escala entre 1 e 3. Perigo!
Dia 18: Ser pai de família é como controlar as finanças de um país falido. A gente escolhe o que paga e o que fica devendo, não porque queremos, mas é porque o orçamento é deficitário. Quero saber quando vão aparecer os argentinos batendo panela em frente a minha casa, pedindo minha cabeça por essa situação calamitosa. Mas dessa vez, fiz algo diferente, uma espécie de loteria. Coloquei todas as contas restantes num saco plástico e sorteei. Esse mês eu pago a conta de luz, mas a companhia telefônica não teve a mesma sorte. Fica para próxima! P.s.: Eu estava certo. Tenho só mais r$ 10 na carteira.
Dia 22:
Se esses r$ 10 que eu tinha estivessem na mão da minha mãe, já teriam virado r$ 100, ou uma outra compra do mês, sei lá. Mas como a patroa insiste em fazer um programa diferente com as crianças no domingo, os r$ 10 não me pertencem mais. Sorte que ainda consigo dar uns calotes no ônibus. Não perdi minha malandragem suburbana, mas dinheiro que é bom, deixa pro dia 5.
Dia 27: Já pensei em assaltar um banco. Já pensei em assaltar uma padaria. Já pensei em vender um rim, ou até mesmo a jararaca da minha sogra. Mas como sou muito medroso e meu rim – e principalmente minha sogra! – não é lá essas coisas todas, fui pedir um dinheiro emprestado a quem eu nunca vou pagar e que eu sei que nunca vai me cobrar: mamãe.
Dia 31:
Mês longo. Todos os meses poderiam ter dez dias. Malditos astrônomos, sejam eles cristãos, muçulmanos, maias, astecas, bistecas, discotecas ou bibliotecas, sempre atrasando nosso lado.
Dia 4: Expectativa! Amanhã é o dia. Ontem a noite foi boa com a patroa, mas que não me venha mais um filho! Vasectomia, lá vou eu!
Dia 5: Começa tudo de novo. tudo que eu queria nessa vida era engravidar do Romário, mas acho que não faço muito o tipo dele.

Sábado, 7 de Março de 2009

Zezus é o Piloto e Os Passageiros Somos Nozes

É que dá uma cãimbra aqui...

Barack "Jesus" Obama, "O" Messias da vez, digo, "O" negão da vez para levar a culpa da cagada toda que é essa crise.

Já repararam nos adesivos que estão presentes em 13 de cada 10 veículos no Rio de Janeiro? Aqueles de mensagens de temática religiosa, como “Foi Deus que me deu” ou “Veículo dirigido por mim, guiado por Deus” ? Se a gente encarar esses adesivos cristãos pela ótica capitalista E estatística, podemos chegar a conclusão que Deus é o dono da maior frota de Kombis ilegais de toda Zona Metropolitana do Rio de Janeiro, além de dono de todas as empresas de ônibus meia boca , já que andar nessas carroças, digo, veículos caindo aos pedaços, só mesmo com proteção divina. E r$ 2,20.
E outra: Deus já deve ter tido muito prejuízo com mecânicos e, de quebra, deve ter perdido também seus 20 pontos na carteira de habilitação. Alô, DETRAN, a lei é para todos, sejam eles onipresentes, onipotentes ou não! Quanto à questão da onisciência, tenho minhas dúvidas. O número de bestas no trânsito nunca foi tão grande. Então, se Deus deu carro a esse povo todo, que, por sua vez, faz o Diabo no trânsito, Ele – que me perdoem os cristãos - não está no seu juízo perfeito.
Quanto àqueles adesivos “Eu amo minha esposa”, me dá uma vontade de ter um carro só para colocar um adesivo bem grande nele, mais ou menos com os seguintes dizeres: “Eu também amo sua esposa. Ass.: Ricardão”. Esse povo tem cada uma...

Terça-feira, 3 de Março de 2009

Bigodes, Padarias, Piadas, Estatísticas e Um Grande Povo...


...Grande povo. E bem apessoado. Pelo menos as portuguesas. Viva Portugal (Lá vou eu apanhar em casa...)!

Portugal deve ser muito mais que as piadas de português que contamos aqui no Brasil, com certeza. Nem todos portugueses devem ter bigodes ou padarias, para o bem da moda e do capitalismo, respectivamente. Portugal é mais, muito mais.
Eu sei, nunca fui a Portugal. Mas com certeza deve ser um lugar mágico e é um dos dois lugares que quero visitar antes de morrer – o outro é Cuba, antes do Fidel morrer – porque sinto que os brasileiros temos que agradecer aos portugueses por suas virtudes e puxar as suas orelhas por alguns de nossos vícios. Coisa de irmãos.
Já escutei de muitas pessoas que seria mais interessante - para não dizer melhor, acredite! - se o Brasil tivesse sido “achado” e colonizado por ingleses, franceses, holandeses, espanhóis ou o Diabo a Quatro. Que a história seria diferente, que seríamos uma espécie de Estados Unidos. Deixem os estadunidenses de lado e pensemos no legado que, não só os portugueses, mas os africanos, os indígenas, os asiáticos e outros europeus nos deixaram, e que de fato fazem brasil ser Brasil. Respondo a esses desinformados que muito do que, nós, brasileiros, somos hoje, seria perdido sem o legado português, e Brasil não seria “O” Brasil, que amamos, odiamos, amamos odiar e tanto odiamos amar. Não me restam dúvidas que o povo português é um povo caloroso, grandioso e muito inteligente, diga-se de passagem. Um povo que dominou os mares desse pequeno planeta Terra durante quase dois séculos com uma população que na época das Grandes Navegações não passava de 1 milhão de almas (ou seja, uma enorme Duque de Caxias, cidade da Zona Metropolitana do Rio de Janeiro) não merece ser desprezado. Aos meus amigos portugueses, os que conheço, como minha amiga Maria, e a outros que não tenho ideia de quem são, mas eles sabem quem eu sou graças a internet, obrigado. Nunca mais conto piada de português, agora só conto piada de japonês. Tem aquela piada, do japonês chamado Manuel, que...

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Amigos, esse domingo foi um dia muito especial para mim. E vocês vão me dizer que eu fico feliz a toa, mas o que importa é que eu tive uma grata surpresa ao olhar as estatísticas do meu blog. Eu sei, eu sei, já cansei de falar com vocês que sou muito ruim com contas, mas adoro estatísticas. No domingo eu estava dando uma olhada nas estatísticas do meu blog e tive uma surpresa de outro mundo, digo, de outro mundo não, do outro lado. Do Atlântico.
É, meus queridos, estou ficando famoso. Em Portugal. Nossos irmãos portugueses são responsáveis por mais de 11% das visitas a esse humilde blog de nada. Não bastasse isso, cidades portuguesas como Lisboa e Porto ocupam o topo de visitas ao blog. É bom saber que o mundo realmente é pequeno e que amantes do que o grande Olavo Bilac, se não me engano, dizia ser a “última rosa do Lácio”, isto é, nossa amada lingua portuguesa, do outro lado desse riacho que é o Oceano Atlântico, visitam o blog com frequência. Aos meus amigos portugueses, muito obrigado.

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